Notificação de Doenças Graves e Agravos Relacionados ao Trabalho é tema de Oficina de Capacitação

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Para capacitar representantes da Atenção Básica e da Rede de Vigilância dos Municípios, a Secretaria de Estado da Saúde (SES), em parceria com a Fundação Estadual de Saúde (Funesa), através do Telessaúde Sergipe, realizou, nesta quinta-feira, 09, a Oficina de Capacitação para Notificação de Doenças Graves e Agravos Relacionados ao Trabalho, com abordagem sobre Fluxos Gerais e Notificação de Transtorno Mental Relacionado ao Trabalho.

A webpalestra foi ministrada pelo psicólogo, mestre em Psicologia e docente em Políticas Públicas de Saúde e Saúde Mental, Elder Magno Freitas Santos, que apresentou assuntos como o conceito de Notificação de Doenças Relacionadas ao Trabalho; Transtornos Mentais Relacionados ao Trabalho (TMRT); Sistematização; Sinais e Sintomas comuns de TMRT; estatísticas sobre Notificação TMRT Série Histórica Brasil; Número de Notificações de TMRT por gênero e ano; Distribuição dos Diagnósticos das Notificações de TMRT no Brasil; e Evolução das Notificações de Transtorno Mental.

Elder também discorreu sobre uma Breve Análise da Situação no Brasil; Notificação TMRT Sergipe em 2020; Série Histórica Sergipe; Breve Análise da Situação em Sergipe; Base Legal; Elemento do Diagnóstico de TMRT; Estrutura da Ficha de Notificação Individual de TMRT; Aspectos do Preenchimento; Fluxograma de Notificação TMRT; Causas de Subnotificação; e o debate atual.

De acordo com o psicólogo e docente, a Notificação de TMRT é a principal base de dados para interferir na saúde do trabalhador e no ambiente de trabalho ao qual ele pertence, pois gera um retrato pra fazer ações mais adequadas e construir ações mais coletivas/ampliadas. “Quando não tem notificação, não há como priorizar ações e acessar os trabalhadores que mais precisam, em locais de trabalho que mais adoecem. A notificação permite esses dados e informações. Por isso as oficinas de notificação são importantes, para que possamos construir uma saúde do trabalhador efetivamente mais coletiva e com acesso do trabalhador às ações de assistência”, explicou.

 

 

 

 

 

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