Ex-aluna da ETSUS fala sobre a importância do trabalho na área de educação em saúde

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Fundamental para a prática do ensino-serviço, a Escola Técnica de Saúde do SUS em Sergipe (ETSUS-SE), administrada pela Fundação Estadual de Saúde (Funesa), com suporte da Secretaria de Estado da Saúde (SES), continua mostrando que faz a diferença na vida de estudantes e profissionais da saúde. A agente de combate às endemias do Centro de Controle Zoonoses (CCZ) – órgão da Secretaria Municipal de Saúde (SMS) – e aluna a egressa da ETSUS, Dênia Ferreira, já trabalhou no setor administrativo do CCZ como digitadora do sistema GAL – Gerenciador de Ambiente Laboratorial e, ao fazer o curso de Técnico de Vigilância em Saúde, ministrado pela ETSUS, foi remanejada para a área de Educação em Saúde por entenderem sua capacidade de atuação na área.

“Faço reunião com os agentes de endemias e comunitários nas Unidades de Saúde e, às vezes, com os enfermeiros também. Mostro a importância da prevenção da leishmaniose,  esquistossomose e dengue em cada bairro. Em todas as unidades de saúde existe um cronograma das reuniões com os agentes, para intensificar essa educação em saúde na população”, diz Dênia. Em Aracaju, a SMS realiza o Programa Saúde nas Escolas (PSE) e, nesse projeto, ela visita escolas do município e do estado, que seguem um cronograma semanal. A agente palestra para as crianças, utilizando uma linguagem lúdica, com bate-papo e vídeos, mostrando a importância da prevenção de doenças, com foco no combate ao Aedes aegypti. “Crianças também são multiplicadoras de informação. Isso é educação em saúde. Me sinto realizada. Sem dúvidas a ETSUS foi um marco em minha trajetória profissional”.

A  coordenadora do Curso Técnico em Vigilância em Saúde da ETSUS-SE, Karla Cunha, destaca a satisfação de ter a certeza que a Escola gera resultados positivos. “Foi uma grata surpresa nos deparar com histórias como essa. Tanto a da Dênia, que hoje leva essa educação saúde às escolas, quanto ao projeto ‘Do lixo à cidadania’, onde um trio de alunas foi em busca de pessoas que pudessem ajudar no desenvolvimento de uma iniciativa de valorização do meio ambiente, que influenciou diretamente na vida de uma comunidade. É bastante satisfatório ver que a Escola contribuiu e contribui com a formação de profissionais que aprimoraram o conhecimento sobre situações de saúde pública e hoje estão capacitadas para trabalhar com a população”.

Para Rosyanne Vasconcelos, coordenadora da Escola Técnica de Saúde do SUS em Sergipe, os profissionais que atuaram para concretização deste curso, zelaram pela busca de uma formação que desenvolvesse o protagonismo, a criatividade, a reflexão constante sobre a sua prática e a percepção de que é possível inovar e fazer a diferença. “É muito gratificante perceber os frutos de um trabalho árduo como a execução de um curso técnico. Profissionais foram qualificados e hoje qualificam o seu trabalho perante a comunidade, e com isso se sentem valorizados e motivados por desempenharem um trabalho relevante e significativo”, frisa.

 

Assessoria Funesa